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Estudo Zurich: grande parte das pessoas subestima risco de morte prematura ou incapacidade

12 de julho de 2016

Grande parte das pessoas tem tendência a subestimar o risco de incapacidade e de morte prematura. De acordo com o estudo Zurich “Prevenção de perdas de rendimento: desafios e oportunidades” 38% dos questionados acreditam que existe menos de 10% de hipótese de algum acontecimento desta natureza suceder na sua vida. No entanto, o risco efetivo é de 25%.

Outro estudo conduzido pela Zurich, em 2015, junto de países europeus, mostrava que 44% dos inquiridos já tinha lidado em algum momento com uma redução do seu rendimento devido a uma doença ou incapacidade ainda que temporária. Entre estes, 3 em 10 sofreram uma alteração de rendimento superior a 6 meses.

No estudo deste ano, 6 em 10 questionados referiram que nada ou pouco sabem sobre como podem prevenir-se face à perda de rendimento devido a incapacidade ou doença. Quatro em 10 referem que têm pouca ou nenhuma ideia sobre para que serve um seguro de vida. 
Conclui-se deste estudo que grande parte dos inquiridos tem um rendimento diminuto. Uma em 5 pessoas refere que conseguiria sobreviver apenas um mês sem ter qualquer rendimento. A maioria, 3 em 5, responde que conseguiria manter-se durante seis meses. 
Relativamente ao papel do Estado nesta matéria, mais de metade acredita que o Governo deveria fornecer apoio nestes casos, sendo que um número idêntico crê que os serviços públicos vão sofrer cortes nos próximos cinco anos.
“É necessário prestar mais e melhor informação para que os consumidores compreendam as mais-valias da proteção face a situações de doença, incapacidade ou morte prematura”, frisa Ana Paulo, Diretora do Negócio Vida da Zurich Portugal.

Um dos pontos que as pessoas revelaram desconhecimento neste estudo aplicado em 11 países é sobre o custo deste tipo de seguro. Um terço dos inquiridos revela estar disponível para pagar entre 5% e 9% do seu rendimento num produto deste género; e 1 em 5 vão até aos 10%. Na realidade, tal proteção pode ser adquirida com menos de 5% do rendimento individual.

 

Oferecer benefícios que incluam proteção deste género pode ser também uma vantagem competitiva por parte das empresas na retenção do talento. A apenas 13% dos inquiridos já lhes foi oferecida esta regalia numa proposta de trabalho, mas 6 em 10 preferiria esta proteção a um rendimento mais alto.
O estudo Zurich “Prevenção de perdas de rendimento: desafios e oportunidades” foi conduzido pela Epiphany Research Based Consultancy, em parceria com a Smith School of Enterprise and the Environment da Universidade de Oxford, e aplicado a uma amostra de 11 mil pessoas entre os 25 e os 60 anos de idade, em 11 países: Alemanha, Austrália, Espanha, EUA, Brasil, Hong Kong, Itália, Malásia, México, Reino Unido e Suíça, nos meses de março e abril deste ano.

Zurich Insurance Group (Zurich) é um segurador líder multinacional que opera em mercados globais e locais. Com cerca de 54 mil colaboradores, oferece uma ampla gama de soluções de seguro Vida e não-Vida, em mais de 210 países e territórios. Entre os clientes Zurich estão clientes individuais, pequenas, médias e grandes empresas, incluindo multinacionais. O Grupo foi fundado em 1872 e está sediado em Zurique, Suíça. Zurich Insurance Group Ltd (ZURN) está listado no SIX Swiss Exchange e tem o nível I no programa American Depositary Receipt (ZURVY), que é transacionado fora da bolsa no OTCQX. Para mais informações, consultar www.zurich.com.

A Zurich Portugal faz parte do Grupo Zurich e está presente no país desde 1918.